Depois de seis meses coletando denúncias, a campanha "Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania" divulga pela 14ª vez o Ranking da Baixaria na TV. O resultado: "Big Brother Brasil", da TV Globo, lidera o quadro dos cinco programas mais denunciados.
Os programas campeões de denúncias foram o Big Brother Brasil 8, da (Rede Globo de TV), a novela "Duas Caras" (Rede Globo), o "Programa do Jô" (Rede Globo), o "Pânico na TV" (Rede TV) e o "Super Pop" (Rede TV). As reclamações foram motivadas pela exibição de diversas cenas de discriminação, apelo sexual, violência, vocabulário inadequado para o horário, exposição de pessoas ao ridículo e vulgarização das relações humanas.
A campanha tem como um de seus principais instrumentos de atuação a divulgação do ranking dos programas que receberam maior número de reclamações, visando ecoar a voz da opinião pública para provocar mudanças na grade de programação das emissoras.
Para o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, defender a liberdade de expressão supõe atuar para que essa liberdade não seja usada para violar os direitos humanos.
"A Comissão recebe e divulga as denúncias dos cidadãos indignados com os produtores que não medem conseqüências para aumentar audiência. Nosso papel é dar vazão a essas denúncias, até porque faltam canais para a sociedade exercer seu direito de manifestação sobre a programação".
A sistematização completa dos programas mais denunciados está disponível no site www.eticanatv.org.br.
Com informações do site Ética na TV.
terça-feira, 15 de abril de 2008
"Big Brother Brasil 8" é campeão de denúncias no ranking da Baixaria na TV
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sexta-feira, 4 de abril de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
TiVo vai levar para a TV vídeos do YouTube
Folha de Sao Paulo
O YouTube anunciou uma parceria com a empresa responsável pelo TiVo, uma caixa que permite gravar e pausar a programação da TV em um disco rígido e pode ser conectada à internet. Nos EUA, existem 4 milhões de aparelhos TiVo, mas apenas 800 mil conseguirão levar os vídeos do portal para a telinha.
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Clube Do Balanço Na Tv Cultura.
Nesta Segunda, 31 / 12 às 22:40 hs.
Marco Mattoli (guitarra e vocal), Tereza Gama (voz), Edu Salmaso (bateria), "Gringo" Pirrongelli (baixo), Tiquinho (trombone), Fred Prince (percussão), Marcelo Maita (piano), Reginaldo Gomes (trompete) e Augustinho Bocão (percussão), comandam a primeira edição do projeto Clube Do Balanço Convida, que aconteceu nos dias 09, 10 e 11 de novembro no Auditório Ibirapuera.
Nesses shows, o Clube contou com as ilustres presenças de Orlandivo, Rappin' Hood, Osvaldinho Da Cuíca e Tobias Da Vai Vai.
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Especial retrata vida de Tim Maia
Eu acho "de uma graça" a Tv Globo! Quando vivo, Tim Maia não podia pisar na Tv de Roberto Marinho! Agora, são tantas homenagens. Temos que fazer em vida, rapazes!!!
Mas, como fã de Tim, assistirei. :P
Especial retrata vida de Tim Maia
da Folha Online
O especial "Por Toda Minha Vida", exibido pela TV Globo na próxima sexta-feira (14), após o "Globo Repórter", dramatiza a trajetória de Tim Maia, com apresentação de Fernanda Lima.
Com uma estrutura que compreende depoimentos de familiares e amigos, dramatização e trechos de shows e reportagens, o programa destaca os momentos mais importantes da trajetória de Sebastião Rodrigues Maia.
O talento musical de Tim Maia aflorou muito cedo. Aos 8 anos já cantava, aos 12, estudava violão, e com 14 anos formou seu primeiro Gravaram depoimentos para o programa os irmãos Luzia Motta e Altivo Maia, o filho Carmelo Maia, o enteado Léo Maia, o sobrinho e compositor Ed Motta, o biógrafo do cantor, Nelson Motta.
Além deles, os músicos Erasmo Carlos, Jorge Ben Jor, Sandra de Sá, Eduardo Araújo, Fábio, Tinho Martins, Hyldon, Elói Vicente e Neil Teixeira também gravaram depoimentos, entre outras personalidades.
No especial, Tim Maia será interpretado, na infância, por Bruno Arguilhes Fisher, na adolescência, por Robson Nunes, e, na fase adulta, por Charles Maia.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Você é o que você assiste
A audiência de massa se ramificou há muito tempo; hoje os espectadores se dividem em tribos com seus próprios rituais e ritos de passagem
por New York Times
"O que você assiste?" não é mais uma forma preguiçosa de redirecionar uma conversa aborrecida. As perguntas sobre programas preferidos tornaram-se cheias de significado; o assunto é tão íntimo, revelador e potencialmente incômodo quanto falar sobre sua renda pessoal.
A era da televisão é rica e exigente. Hoje as opções são abundantes, fragmentadas e boas. E decidir entre centenas de canais, ofertas "on demand", DVR, downloads da internet e iPhones exige tanta pesquisa, planejamento e dedicação que os espectadores se tornaram exclusivos em suas opções. Formam-se alianças, assim como antipatias. O esnobismo se enraíza. As preferências tornam-se totêmicas. A audiência de massa se ramificou há muito tempo; hoje os espectadores se dividem em tribos com seus próprios rituais e ritos de passagem.
"Lost", da ABC, ainda encontra devotos, mas o momento das massas passou para "Heroes", que tem mística com menos camadas de mistificação. Até algumas pessoas que dizem não assistir televisão fazem uma exceção para "The Wire", na HBO. "Prison Break" na Fox tem um público pequeno mas apaixonado, como também "Project Runway", da Bravo. Na NBC, "The Office" é uma das melhores comédias da TV, mas os exigentes demais afirmam que não se compara à versão original britânica estrelada por Ricky Gervais. "30 Rock" tem uma base de fãs fervorosa, mas exclui o público que não acompanha a Page Six [revista de fofocas]. Além disso, muita gente jurou que não assiste mais a séries cômicas depois que a Fox cancelou "Arrested Development".
Torre de Babel
Um programa favorito é uma dica de personalidade, gosto e sofisticação, assim como foi a música antes que se tornasse virtualmente grátis e consumida igualmente por faixas individuais ou por artistas. Os dramas ficaram mais complexos; muitos dos melhores são serializados e exigem tempo e assistência seqüencial. No mínimo, a televisão tornou-se mais próxima da literatura, inspirando algo semelhante às confrarias que se formam em torno dos autores que as pessoas dizem que levariam para a proverbial ilha deserta. (As que dizem "Ulisses", pois ocuparia mais tempo que quase qualquer outro romance, provavelmente também levariam "The Wire".)
Alguns eventos são suficientemente importantes para atrair a atenção de todo mundo: o final enigmático de "Os Sopranos" ou um crime cometido por uma celebridade. Mas principalmente a televisão é uma Torre de Babel desmoronada, fragmentos esparsos de conversa sobre uma infinidade de programas. Os apresentadores de programas de entrevistas e os críticos de mídia debatem se "Kid Nation" -um "reality show" exibido pela CBS que coloca jovens numa experiência de aprendizado de 40 dias no estilo "Outward Bound/ O Senhor das Moscas"- constitui abuso de menores. Em escala menor, as suburbanas traficantes de "Weeds" no Showtime e a apologia da tortura em "24" da Fox, e até o mundo avançado do ainda inédito "Pushing Daisies" da ABC incendeiam discussões em blogs, salões de cabeleireiro, jantares e até em cidades universitárias, onde cada vez menos gente declara que nunca assiste televisão.
Isso não significa que a era da televisão em rede como experiência nacional compartilhada, por exemplo, quando todo mundo assistia a "Roots" ou "Dallas", terminou. Alguns programas, mais notavelmente "American Idol", reúnem um público enorme, cuja maioria é jovem o suficiente para nunca ter ouvido falar
Não é um salto evidente de "Os Sopranos" para o canal Sci-Fi, mas uma amiga que ficou arrasada quando a série da HBO terminou foi atraída pela nova encarnação de "Battlestar Galactica", um seriado "cult" sobre uma frota de naves espaciais que tenta escapar da raça de robôs Cylons e encontra refúgio numa colônia perdida e fabulosa conhecida como Terra.
Ficção-científica é uma coisa: "Battlestar Galactica" tem cachê intelectual.
"Os humanos são pagãos politeístas e os robôs são monoteístas, cuja 'jihad' divina é contra os humanos (apesar de os robôs saberem que foram criados por eles)", explicou Anthony Gottlieb, autor de "The Dream of Reason: A History of Philosophy from the Greeks to the Renaissance" [O sonho da razão: uma história da filosofia dos gregos ao Renascimento], por meio de seu Blackberry, de uma área de recepção de bagagens num aeroporto. "Existe uma curiosa mistura de alta tecnologia com superstição e fundamentalismo escritural (o que, interessantemente, sugere que a religião é inextinguível, como dizem hoje com crescente freqüência os teóricos do secularismo)."
Gottlieb gosta de quebra-cabeças filosóficos ("Alguns robôs pensam que são humanos, e alguns humanos temem que possam ser robôs"), assim como do modo como o programa alterna suas simpatias entre a democracia e a ditadura. Ele realmente só faz uma objeção. "Tem muito romance, mas isso me aborrece", sugere. "Menos beijos e mais mortes é um freqüente refrão interior meu."
Neste verão, "Mad Men" marcou meu mundo com círculos cada vez maiores de especialização. Ficamos fascinados pelo visual cor-de-âmbar do início dos anos 1960, quando os homens tomavam martínis no almoço e as donas-de-casa fumavam nas reuniões de pais e mestres, e a batalha entre os sexos mal tinham começado. Michael Hainey, o editor-assistente da revista "GQ", está encantado pelo modo como a série capta com minúcia os detalhes de um momento perdido de superconfiança americana. "É uma peça de época que é sobre hoje", explicou Hainey. Ele também gosta do visual e do clima, que descreveu como "uma mistura de 'The Appartment' com 'O Espião que Veio do Frio'".
Outros amigos são viciados em "The Closer" na TNT e imitam o sotaque sulista de Kyra Sedgwick ("thankyousoverymu-uu-ch"). Quase todo mundo que conheço assiste a alguma forma de "Law & Order" em algum momento da semana. Como espectadora profissional, assisto às reprises de Jerry Orbach para limpar o paladar, algo leve e tranqüilizador entre fitas para resenhar.
Hábitos vergonhosos
A geração DVR não sabe o que significa uma nova temporada de outono ou televisão com hora marcada. Sei disso porque tenho uma filha de 14 anos que às vezes consente em servir de embaixatriz do Planeta Juventude. "Não existe um programa na moda", ela declarou recentemente. "Todo mundo assiste a coisas diferentes. Não posso ajudá-la." (Mas ela deu algumas dicas: a garotada "esperta" vê "House" e "The Office", enquanto as meninas adolescentes que não temem parecer "lobotomizadas", como ela diz, vêem "Grey's Anatomy".)
Os adolescentes não são os únicos com hábitos vergonhosos escondidos no armário. A maioria das pessoas tem programas que só admite assistir depois de um preâmbulo autocrítico que mostra como ela é encantadoramente eclética, e não apenas uma lúmpen-espectadora. As pessoas tornaram-se curadoras de seu consumo televisivo, buscando explicações amplas para continuarem sintonizando "American Idol" (antropologia cultural) ou o Nascar (apenas antropologia).
Programas mais alternativos, como "Mythbusters" no Discovery Channel ou mesmo "Timeless Romance Jewelry" no QVC, não são embaraçosos; recaem na categoria de distração extravagante.
As produções para o mercado de massa são mais difíceis de explicar.
Muitas pessoas do departamento de cultura deste jornal nunca vêem televisão, a menos que seja uma adaptação de uma novela de George Eliot no "Obras-Primas do Teatro". Mas um dos editores mais inteligentes que conheço certa vez admitiu, depois de alguns drinques, que ia a seu escritório quando não havia ninguém por perto para assistir a "Reba". Eu sou paga para assistir televisão e me orgulho de ter um aparelho de TV ligado o tempo todo, como uma espécie de chama eterna, um memorial a todos os programas que foram cancelados. O código de honra do crítico é "nenhum programa será deixado para trás".
Não me envergonho de dizer que tento nunca perder "Mad Men", "Curb Your Enthusiasm", "30 Rock" e também "House" e "Sleeper Cell." Tenho mais dificuldade para admitir que às vezes gravo "NCIS" e "Jag".
Antes da Internet, dos iPhones e "flash drives", as pessoas debatiam quem curtia os Pixies quando ainda eram uma banda de garagem ou quem conseguia ir mais fundo na defesa dos méritos de Oasis versus Blur. Hoje, a não ser pelos aficionados linha-dura do rock, é mais provável que a especialização se concentre em torno de uma série de televisão -como pistas metafísicas embutidas em "Lost", se a atual "Battlestar Galactica" é uma afronta ao original de 1978 (alguns bloggers referem-se ironicamente à atual encarnação como "Gino", abreviação de "Galactica in name only" [Galactica só no nome]), ou que descobriram "Flight of the Conchords" quando era um grupo de comediantes que fazia shows, e não uma série da HBO.
A televisão costumava ser rejeitada pelos elitistas como a caixa de burrice, um mar de mediocridade que afoga o pensamento e o debate inteligente. Hoje as pessoas que ignoram suas poças e marés de excelência o fazem sob seu próprio risco. Elas estão perdendo o assunto principal da conversa em sua mesa.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
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domingo, 30 de setembro de 2007
Software para vídeos exige conexão rápida e muito espaço em disco
Software para vídeos exige conexão rápida e muito espaço em disco
Folha de S. Paulo
Apesar da exigência de banda, dá para experimentar o Joost com conexões mais lentas. Se a transmissão engasgar muito, apele para o Pause e espere um pouco. O programa não ocupa os 500 Mbytes no disco; são cerca de 35 Mbytes quando instalado. Apesar de a transmissão ser por streaming, o software precisa de espaço para o arquivo exibido, que vem por download.
Aí mora outro problema para parte dos assinantes de banda larga. Uma hora de programação do Joost baixa 320 Mbytes de dados. Alguns planos de banda larga possuem um limite de tráfego mensal, e passar desse limite pode significar uma surpresa desagradável na conta no fim do mês.
É importante verificar qual é o seu plano; a dica serve para todas as pessoas que pretendam experimentar qualquer software de TV pela internet.
Já quem vai apostar em programas que buscam e baixam conteúdo (caso do Miro e do Zuve), um disco com bastante espaço é indicado, ainda mais se o objetivo for assistir a conteúdos em alta definição. Um minuto nessa qualidade pode ter mais de 100 Mbytes.
Uma boa experiência com esses programas não demanda tanta banda, se o computador ficar baixando os arquivos enquanto não estiver em uso pelo internauta.
Os filmes em alta definição também pedem uma boa placa de vídeo. Na melhor qualidade (1.080p, o número de linhas exibidas), essa placa deve ter, no mínimo, 128 Mbytes.
E tem o monitor, claro. Para esses vídeos, a resolução da tela deve ser de 1.920x1.440 pixels. Para os em alta definição standard (780p), 1.024x768 pixels são suficientes; a diferença de qualidade também é notável.
Outro ponto a ser observado no monitor é o ângulo de visão: provavelmente você não vai assistir à TV sentado em frente ao computador, como no uso do dia-a-dia. Se o ângulo não for suficiente, a imagem fica confusa. Por isso, pense também em um aparelho com base flexível. Você pode apontá-lo para sua cama, por exemplo, e ter uma experiência mais confortável.
320
Mbytes é o tráfego de download em uma hora de transmissão via Joost
100
Mbytes pode ter um minuto de vídeo em alta definição
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domingo, 2 de setembro de 2007
Ninguém merece!!!
Globo abre neste sábado inscrições para "BBB 8"
da Folha Online
A Globo abre neste sábado (1º) a temporada de inscrições para o "Big Brother Brasil 8". O prazo vai até o dia 15 de outubro. Vale lembrar que Diego Alemão, vencedor do "BBB7", entrou na casa sem inscrição. Ele foi escolhido pela produção em uma boate.
O regulamento e o formulário de inscrição estarão disponíveis no site do programa (www.globo.com/bbb). Para participar da seleção é necessário imprimir, preencher e enviar a ficha pelo correio com um vídeo de cinco minutos de duração, em VHS ou DVD, para o endereço indicado na página de internet.
Além disso, uma equipe de produtores do reality show, formada por um homem e duas mulheres, vai percorrer São Paulo, Salvador, Recife e Porto Alegre para descobrir pessoas que não se inscreveram e convidar para participar do processo de seleção do "BBB8", informa a Globo.
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