quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Há dois tipos de pessoas no mundo... #chocolate
Postado por
Erika
às
09:36
0
comentários
Marcadores: Cultura, Propagandas geniais
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Há dois tipos de pessoas no mundo... #queijo
Postado por
Erika
às
08:57
0
comentários
Marcadores: Cultura, Propagandas geniais
sábado, 16 de abril de 2011
Virgula (Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Postado por
Erika
às
21:47
0
comentários
Marcadores: Cultura
Kings
Teacher: Can you tell me the name of 3 great kings who have brought happiness & peace into people's lives? Student: Smo-king, Drin-king & Fuc-king!
Postado por
Erika
às
21:09
0
comentários
Análise sintática
Filho da puta é adjunto adnominal (ou paronomástico), se for "Conheci um juiz filho da puta".
Se for "O juiz é um filho da puta", daí é predicativo.
Agora, se for "Esse filho da puta é um juiz", daí é sujeito.
Porém, se o cara aponta uma arma para a testa do juiz e diz:
"Agora nega a liminar, filho da puta!" - daí é vocativo.
Finalmente, se for:
"O ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, aquele filho da puta, desviou o dinheiro da obra pública tal" - daí é aposto.
Que língua a nossa, não?
Filho da puta pode ser tanta coisa!!!
Postado por
Erika
às
20:49
0
comentários
sexta-feira, 6 de março de 2009
Liverpool Street Station
Cerca de *350 dançarinos profissionais* fizeram uma
performance de três minutos na Liverpool Street Station,
uma grande estação de metrô em Londres, na quinta-feira 15.
A ação foi patrocinada pela T- Mobile, uma operadora de celular
que atua na Europae nos Estados Unidos, para a gravação
de um comercial para TV.
Como a empresa anunciou que faria uma ação
(sem especificar o quê) no metrô, muitas pessoas
acompanharam a gravação,captada com câmeras escondidas.
O vídeo foi visto 1,9 milhão de vezes.
Confira a idéia maravilhosa!
Postado por
Erika
às
06:19
0
comentários
sábado, 22 de novembro de 2008
SÃO PAULO
por Washington Olivetto
Para a minha amiga Monica Oliveira, a mais paulistana!
Alguns dos meus queridos amigos cariocas têm mania de achar São Paulo parecida com Nova York.
Discordo deles. Só acha São Paulo parecida com Nova York quem não conhece bem a cidade.
Ou melhor, quem a conhece superficialmente e imagina que São Paulo seja apenas uma imensa Rua Oscar Freire.
Na verdade, o grande fascínio de São Paulo é parecer-se com muitas cidades ao mesmo tempo e, por isso mesmo, não se parecer com nenhuma.
São Paulo, entre muitas outras parecenças, se parece com Paris no Largo do Arouche, Salvador na Estação do Brás, Tóquio na Liberdade, Roma ao lado do Teatro Municipal, Munique
São Paulo é um somatório de qualidades e defeitos, alegrias e tristezas, festejos e tragédias. Tem hotéis de luxo, como o Fasano, o Emiliano e o L'Hotel, mas também tem gente dormindo embaixo das pontes. Tem o deslumbrante pôr-do-sol do Alto de Pinheiros e a exuberante vegetação da Cantareira, mas também tem o ar mais poluído do país.
Promove shows dos Rolling Stones e do U2, mas também promove acidentes como o da cratera do metrô e o do avião da TAM em Congonhas.
São Paulo é sempre surpreendente. Um grupo de meia dúzia de paulistanos significa um italiano, um japonês, um baiano, um chinês, um curitibano e um alemão.
São Paulo é realmente curiosa. Por exemplo: têm diversos grandes times de futebol, sendo que um deles leva o nome da própria cidade e recebeu o apelido 'o mais querido'. Mas, na verdade, o maior e o mais querido é o Corinthians, que tem nome inglês, fica perto da Portuguesa e foi fundado por italianos, igualzinho ao seu inimigo de estimação, o Palmeiras.
São Paulo nasceu dos santos padres jesuítas, em 1554, mas chegou a 2007 tendo como celebridade o permissivo Oscar Maroni, do afamado Bahamas.
São Paulo já foi chamada de 'o túmulo do samba' por Vinicius de Moraes, coisa que Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini e Germano Mathias provaram não ser verdade, e, apesar da deselegância discreta de suas meninas, corretamente constatada por Caetano Veloso, produziu chiques, como Dener Pamplona de Abreu e Gloria Kalil.
Em alguns momentos, São Paulo se acha o máximo, em outros um horror.
Nenhum lugar do planeta é tão maniqueísta.
São Paulo teve o bom senso de imitar os botequins cariocas, e agora são os cariocas que andam imitando as suas imitações paulistanas.
São Paulo teve o mau senso de ser a primeira cidade brasileira a importar a CowParade, uma colonizada e pavorosa manifestação de subarte urbana, e agora o Rio faz o mesmo.
São Paulo se poluiu visualmente com a CowParade, mas se despoluiu com o Projeto Cidade Limpa.
Agora tem de começar urgentemente a despoluir o Tietê para valer, coisa que os ingleses já provaram ser perfeitamente possível com o Tâmisa. Mesmo despoluindo o Tietê, mantendo a cidade limpa, purificando o ar, organizando o mobiliário urbano, regulamentando os projetos arquitetônicos, diminuindo as invasões sonoras e melhorando o tráfego, São Paulo jamais será uma cidade belíssima.
Porque a beleza de São Paulo não é fruto da mamãe natureza, é fruto do trabalho do homem.
Reside, principalmente, nas inúmeras oportunidades que a cidade oferece, no clima de excitação permanente, na mescla de raças e classes sociais.
São Paulo é a cidade em que a democratização da beleza, fenômeno gerado pela miscigenação, melhor se manifesta.
São Paulo é uma cidade em que o corpo e as mãos do homem trabalharam direitinho, coisa que se reconhece observando as meninas que circulam pelas ruas.
E se confirma analisando obras como o Pátio do Colégio (local de fundação da cidade), a Estação da Luz (onde hoje fica o Museu da Língua Portuguesa), o Mosteiro de São Bento, a Oca, no Parque do Ibirapuera, o Terraço Itália, a Avenida Paulista, o Sesc Pompéia, o palacete Vila Penteado, o Masp, o Memorial da América Latina, a Santa Casa de Misericórdia, a Pinacoteca e mais uma infinidade de lugares desta cidade que não pode parar, até porque tem mais carros do que estacionamentos.
São Paulo não é geograficamente linda, não tem mares azuis, areias brancas nem montanhas recortadas.
Nossa surfista mais famosa é a Bruna, e nossos alpinistas, na maioria, são sociais.
Mas, mesmo se levarmos o julgamento para o quesito das belezas naturais, São Paulo se dá mundialmente muito bem por uma razão tecnicamente comprovada.
Entre as maiores cidades do mundo, como Tóquio, Nova York e Cidade do México, em matéria de proximidade da beleza, São Paulo é, disparado, a melhor.
Porque é a única que fica a apenas 45 minutos de vôo do Rio de Janeiro. O mais importante é que com essa distância nenhuma bala perdida pode alcançar São Paulo!
Postado por
Erika
às
06:01
4
comentários
Marcadores: Cotidiano, Cultura, To friends
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Magnífico!
Não sei a fonte, nem o nome da Cia. Recebi por e-mail.
Postado por
Erika
às
11:41
0
comentários
Marcadores: Cultura
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Fases
Perdição da minha vida! Tenho fases de ser tua, tenho outras de ser sozinha..."
Por Cecilia Meirelles.
Postado por
Erika
às
22:29
0
comentários
Marcadores: Cultura
Fogo
Por Dinho Ouro Preto
Não consigo dizer se é bom ou mauAssim como o ar me parece vitalOnde quer que eu váO que quer que eu façaSem você, não tem graça!
Postado por
Erika
às
22:09
0
comentários
Medo da chuva
Por Raul Seixas
É pena!
Que você pense
Que eu sou seu escravo!
Dizendo que eu sou seu marido
E não posso partir!
Como as pedras imóveis na praia
Eu fico ao teu lado, sem saber
Dos amores que a vida me trouxe
E eu não pude viver...
... quando eu jurei
Meu amor eu traí a mim mesmo
Hoje eu sei!
Que ninguém nesse mundo
É feliz tendo amado uma vez
Uma vez...
Postado por
Erika
às
22:04
0
comentários
O coração é uma casa de putas: Tem muitos quartos.
O amor são negócios. São ações, investimentos, onipresença deseja damas, impossível. O amor é gripe. Conhecemo-lo por inteiro, sabemos de seus caminhos, mas sempre adoecemos. O amor é ainda pior que a gripe, porque nele nós insistimos. Seria talvez mais sensato ter gripe que amar. O amor é curto e bruto. Soca tudo para dentro de seu tamanho, e lá dentro é tão pequeno. Como não sair machucado de limites tão estreitos?
O amor tem cheiro, ninguém ama o que fede.
O amor é cheio de frescuras. Quer flores e quer ser entendido. Há gente que acha que amor são dois cubos lado a lado. Há quem ache que são engrenagens justapostas. Há quem não saiba o que fazer do próprio amor, e há os que não o conhecem e nem por isso morrem. Somos todos tão esquisitos. Amamos e morremos de medo, ou então amamos e temos mil coragens, ou então estamos sempre a um pezinho só do amor e olhamos para os lados, perguntando: "Ninguém vai fazer nada? Ninguém vai me dar uma mão com isto aqui?" O amor vive dizendo: "se vira". O amor nem sempre pára na rua pra nos cumprimentar. Às vezes chegamos esbaforidos num lugar, e ele acabou de sair. O lugar onde se sentou ainda está quente, a marca de sua bunda, em forma de coração, ainda é visível, mas estamos atrasados. Noutras vezes, chegamos cedo demais, e nos enchemos e vamos embora antes que ele apareça - se é que aparece. Às vezes nos apaixonamos pela idéia que fazemos do outro. E o amor reconhece sua firma, e diz que é legítimo e autenticado - penas talvez seja breve. Às vezes o amor é tão curto que dá a aparência de engano. Culpamos o amor por tudo. Às vezes o amor vem vestido de fome, de falta; às vezes nem dá nome na porta, entra quieto, tira os sapatos, olha pros lados, e voilá! estamos ferrados. E às vezes o amor vem todo pintado, fazendo escândalo e bebendo muito, subindo nas mesas, dançando, piscando para tudoe para todos, soltando baforadas safadas, borrando o batom. Às vezes vem como chuva, penetra nossa pintura e nos molha os olhos ou enche nossa barriga de formigas. O amor nos deixa ansiosos, dependentes do relógio, donos dos meses sem fimentre desgostos mais ou menos óbvios. Nunca acordei amando, mas já fui dormir assim muitas vezes. Nunca perdi a fome, mas já cansei de perder o sono. Nunca recuperei nada. Já olhei muitas manhãs com cara de última, já desci muitas ruas que tinham ar de fim da linha, já me senti vezes sem conta irmão das poças. Já bebi muitas auroras em companhias mortas. Já fui expert
Postado por
Erika
às
21:41
0
comentários
Marcadores: Cultura
domingo, 30 de setembro de 2007
Seriados impulsionam vendas de DVD nos EUA
Emissoras utilizam formato para transformar espectadores casuais em fãs leais
DO "NEW YORK TIMES"
Para acompanhar a série "Grey's Anatomy", da rede de TV ABC, Joanna Palmer, que jamais havia assistido a um episódio do programa lançado há dois anos, comprou a primeira temporada inteira em DVD. "Eu tinha um dia de folga e o passei assistindo, das 10h até as 17h30", conta Palmer, 34, funcionária da Victoria's Secret. Agora, planeja assistir a todos os episódios da nova temporada, que já estreou nos EUA. Palmer está em boa companhia. Ainda que as vendas de DVDs estejam em queda neste ano, as séries de TV em disco têm se saído melhor do que outras categorias. As vendas de temporadas completas são um dos raros pontos altos do mercado e registram crescimento real. Alguns programas, como "Família Soprano" e "Sex and the City", já venderam mais de US$ 300 milhões
Os DVDs mantêm vivas muitas séries que já encerraram sua passagem pelos televisores. Em julho, a Warner Home Video começou a distribuir em DVD "Babylon 5: The Lost Tales", com episódios inéditos do programa extinto.
Outubro marca o início do quarto trimestre, período de promoção mais pesada no calendário dos DVDs. No ano, as vendas de temporadas completas de séries registram alta de 6% em relação ao mesmo período em 2006, de acordo com a Nielsen VideoScan (ainda que o crescimento tenha caído, ante os 17% de alta registrados em 2006 sobre 2005). Os números são notáveis, especialmente porque as vendas gerais de DVDs caíram 7% no ano, enquanto o segmento de programas de TV em geral caía 1%.
Postado por
Erika
às
14:21
0
comentários
Marcadores: Cultura
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Nanini leva Odorico Paraguaçu ao teatro
Com direção de Enrique Diaz, "O Bem Amado" entra em cartaz hoje no Rio
Além de encenar a peça
Folha de São Paulo
É o primeiro ensaio geral de "O Bem Amado", texto de Dias Gomes que virou novela e minissérie nos anos 70/80. Cerca de 300 crianças de escolas municipais lotam o Teatro das Artes, no shopping da Gávea, no Rio, onde a peça estréia hoje.
O atraso para o início já é de mais de uma hora, quando Marco Nanini surge entre as cortinas. Há alvoroço, mas seu pedido de silêncio para gravar uma entrevista para TV no cenário é rapidamente atendido.
A maioria conhece o ator como Lineu, seu personagem no seriado "A Grande Família", que já está no ar há sete anos e ganhou bem-sucedida versão cinematográfica -o filme levou 52% do público dos longas brasileiros no primeiro semestre.
Nanini finalmente entra no palco como Odorico Paraguaçu, a platéia acompanha com atenção. Não se vê mais o "popozão", o apelido de Lineu.
"Me surpreendeu, eles ficaram atentos", comenta Nanini, após o ensaio, que aconteceu na última terça-feira.
Embora o espetáculo tenha fisgado as crianças (a faixa etária era de
A juventude estaria se distanciando da política? "Eles são muito garotos, não sei avaliar, mas se isso acontecer vou ficar arrasado", diz o ator de 59 anos.
Nanini se mantém profícuo no teatro, trabalhando com diretores como Gerald Thomas, Felipe Hirsch e Enrique Diaz, que encena "O Bem Amado".
A idéia da peça surgiu a partir de dois convites, um para fazer o texto para o cinema e outro para a televisão.
"Achei coincidência receber convite para os dois veículos quando a origem de tudo era o teatro, e eu fazia teatro. Isso me levou a reler a peça e a achei muito atual", conta. Os outros projetos ficaram arquivados.
"A peça é uma farsa, todas as situações são pintadas muito fortemente, o que não caracteriza nenhum vínculo partidário. Trata-se de uma peça escrita em 1962, portanto antes da ditadura, que vem criticando o coronelismo de muito tempo."
Para criar seu Odorico, Nanini não assistiu à novela. "Lembro do Paulo Gracindo, a interpretação dele ficou muito gravada. Tenho essa imagem na cabeça, mas só agora vou começar a ver", explica.
O mesmo processo aconteceu em "A Grande Família". "Vi muito pouco do Jorge Dória, depois do personagem assimilado é que fui assisti-lo."
Avesso a cultura da celebridade, Nanini tem de lidar com a popularidade trazida pela TV. "Tem lugares que eu não posso ir por causa do Lineu. As pessoas ficam íntimas, dão tapinhas nas costas", conta.
Seu cotidiano é gravar três vezes por semana. Os planos são ampliar sua empresa de produção e estrelar um filme dirigido por Gerald Thomas. Em abril do ano que vem, "O Bem Amado" estréia
Postado por
Erika
às
09:48
0
comentários


